Pesquisar este blog

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

ELA

 

 Aninhou-se em meu peito como eu fosse abrigo

Dos maremotos e furiosos vendavais;

Como se a protegesse do tempo e da tristeza,

Da infâmia, da morte, da dor e todo mal.


Aconchegada, era como uma menina,

Mas se deu na incandescência de mulher.

Disse coisas de fazer devanear.

Sua voz enchia o ar de poesia.


Ao sair, estava ainda mais bonita,

Um poema ambulante pelas ruas.

Plantou vida, alegria em minha casa,

Do meu peito fez morada da esperança 


2024

Nenhum comentário:

Postar um comentário

RECANTO

  E então, você não canta Nem me chama pra sonhar Debruçado na varanda, Ante a luz do seu luar? E então, não me convida A dançar a dança ard...